{"id":18837,"date":"2021-01-12T17:22:17","date_gmt":"2021-01-12T16:22:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.templars-route.eu\/?page_id=18837"},"modified":"2021-01-12T17:22:17","modified_gmt":"2021-01-12T16:22:17","slug":"castelo-dos-templarios-convento-de-cristo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.templars-route.eu\/pt-pt\/castelo-dos-templarios-convento-de-cristo\/","title":{"rendered":"Castelo dos Templ\u00e1rios-Convento de Cristo"},"content":{"rendered":"
[vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern”][vc_column width=”2\/3″][vc_column_text]O Castelo Templ\u00e1rio-Convento de Cristo foi a sede da Ordem do Templo at\u00e9 1314, e da Ordem de Cristo a partir de 1357. Inclui a capela octogonal do final do s\u00e9culo XII, a “Charola”, um santu\u00e1rio rom\u00e2nico com influ\u00eancias orientais.<\/p>\n
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O s\u00edtio, classificado como Patrim\u00f3nio Mundial pela UNESCO desde 1983, estende-se por 54.000m\u00b2, incluindo 40.000m\u00b2 de edif\u00edcios. \u00c9 ainda hoje a maior \u00e1rea coberta por um monumento em Portugal e uma das maiores do mundo.<\/p>\n
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Tr\u00eas aspectos devem ser tidos em conta para apreciar este lugar: o aspecto art\u00edstico, do qual a porta principal, a capela “Charola”, a janela do cap\u00edtulo e o claustro de D. Jo\u00e3o III s\u00e3o exemplos de excel\u00eancia; o aspecto funcional, uma vez que o principal uso foi para abrigar os monges cavaleiros e monges reclusos; e finalmente, o aspecto simb\u00f3lico, para estabelecer a influ\u00eancia de Portugal em todo o mundo e ao servi\u00e7o de Cristo.<\/p>\n
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O castelo tem tr\u00eas muralhas fortificadas, a mais importante das quais \u00e9 a capela e a torre de menagem. Entre a capela e a fortaleza ainda est\u00e3o presentes alguns vest\u00edgios da ocupa\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana.
\nO edif\u00edcio original do Convento \u00e9 devido ao Infante D. Henrique, que, al\u00e9m de formar o seu tribunal, mandou construir o claustro da lavagem e o claustro do cemit\u00e9rio. No s\u00e9culo XVI, foram acrescentados mais sete. A arquitectura aqui est\u00e1 extremamente bem documentada, o que confirma que os edif\u00edcios evolu\u00edram com os residentes: a capela Templ\u00e1ria\/rotunda no Castelo \u00e9 rom\u00e2nica; o g\u00f3tico est\u00e1 presente nos claustros do tempo do Infante D. Henrique; no in\u00edcio do s\u00e9culo XVI, toda a exuber\u00e2ncia do estilo manuelino \u00e9 exibida atrav\u00e9s da janela do Cap\u00edtulo; o Renascimento \u00e9 apresentado na extens\u00e3o do convento de D. Jo\u00e3o III at\u00e9 ao s\u00e9culo XVIII e finalmente o Maneirismo e o Barroco est\u00e3o principalmente no claustro da estalagem.[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][vc_column width=”1\/3″][vc_gallery interval=”3″ images=”18017,18022″ img_size=”large”][\/vc_column][\/vc_row][vc_row css_animation=”” row_type=”row” use_row_as_full_screen_section=”no” type=”full_width” angled_section=”no” text_align=”left” background_image_as_pattern=”without_pattern”][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n
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\u00c9 a mais simb\u00f3lica das cinco janelas inferiores da igreja conventual (as cinco janelas de estilo manuelino, como um todo, tornam-se mais simb\u00f3licas se pensarmos nos 5 imp\u00e9rios).
\nA profus\u00e3o de elementos decorativos t\u00edpicos manuelinos e o seu intenso simbolismo (descobertas e hist\u00f3ria do pa\u00eds) fazem dela uma grande refer\u00eancia na arte portuguesa.<\/p>\n
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Era o orat\u00f3rio da Ordem do Templo no Castelo. \u00c9 uma estrutura compacta, cil\u00edndrica, de influ\u00eancia oriental dos s\u00e9culos XII e XII e provavelmente militar para proteger o sagrado, aludindo ao Santo Sepulcro de Jerusal\u00e9m. No seu interior encontra-se um tambor octogonal central com oito pilares, cada um deles constitu\u00eddo por quatro colunas de trabalho aberto. No in\u00edcio do s\u00e9culo XVI, foi aberto um amplo cofre no coro, iluminado por um oculo. Diego de Arruda realizou este trabalho e Jo\u00e3o de Castilho foi o encarregado de ligar o coro central \u00e0 parede circundante da Charola atrav\u00e9s de um cofre circular. A entrada, um portal monumental e uma fachada ricamente decorada s\u00e3o tamb\u00e9m obra de Castilho.<\/p>\n
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A decora\u00e7\u00e3o da Charola consiste em motivos no tambor, pinturas na ab\u00f3bada anular, pinturas murais no segundo n\u00edvel do tambor (representando os instrumentos da Paix\u00e3o de Cristo de Fern\u00e3o Anes), oito das catorze pinturas originais na parede circundante (de Jorge Afonso), esculturas de madeira (representando anjos, santos e profetas) e um conjunto representando a Virgem e S\u00e3o Jo\u00e3o de Oliver de Gante.<\/p>\n
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